Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

Todas as células têm origem noutras células, através de um processo da célula-mãe chamado mitose. Nos organismos unicelulares essa divisão serve para criar novos organismos, enquanto que os organismos pluricelulares a utilizam para se expandirem e para reparar os tecidos danificados.

 

Interfase-Antes da divisão celular, a célula tem de aumentar a sua massa, duplicar o ADN e construir uma cópia de tudo o que é necessário para a sobrevivência de duas células.

Esta fase, divide-se em 3 subfases

- G1 ou intervalo pós-mitótico em que existe uma intensa actividade de biossintese e formação de mais organelos celulares, o que vai implicar o crescimento celular;

- Na fase S, que é um período de síntese, em vão ocorrer duplicações ao nível do DNA, passando cada cromossoma a ter 2 cromatideos ligados por um centrómero. Um cromossoma é uma longa sequência de DNA, que contém vários genes com funções especificas nas células dos seres vivos;

- G2 ou período pré-mitótico, é quando há uma maior síntese de proteínas. È o período que antecede uma nova divisão mitótica.

 

 

Sò nesse momento é que está pronta para entrar em mitose.

 

Prófase-A divisão tem inicio quando a membrana nuclear se dissolve e o ADN, que normalmente se assemelha a um emaranhado de novelos desenrolados, se torna compacto. 

 

Metáfase-Formando-se assim os cromossomas, que são muito mais maleáveis e podem ser facilmente movidos. Eles são constituídos por dois filamentos idênticos, os cromatídios que derivam da duplicação do ADN.

 

 

Anáfase-Durante a divisão, os cromatidíos são separados por filamentos proteicos, que se

 

Telofáse-O processo, que dura normalmente menos de uma hora, termina com a formação de duas membranas nucleares á volta dos dois grupos de cromatidíos, seguida da separação em duas partes da membrana celular de partida.  

 

 

 

 A citocinese pode iniciar-se na anafase ou na telofase, e este é marcado pelo surgimento de uma constrição da membrana citoplasmática na zona equatorial da célula.

 

Ciclo Celular - Video

 

 

Nem todas as células de um organismo se dividem o mesmo número de vezes.

As células nervosas, por exemplo perdem muito cedo a capacidade de se multiplicarem. Em contrapartida, outras células continuam a dividir-se ao longo de toda a vida do indivíduo de que fazem parte.

As células da medula óssea, que produzem os glóbulos brancos do sangue, criam cerca de 100 mil milhões de novas células por dia.   

 

 

 

 



publicado por rjfragoso às 23:23 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

Foi-nos proposto pela da disciplina de Biologia, a realização de um trabalho sobre a temática das Mutações.

O trabalho foi realizado com conhecimentos já adquiridos nas aulas e através de outros meios, com a internet, livros, entre outros.

A seguir deixo, o link que permite baixar o trabalho

 

Trabalho | Powerpoint Mutaçoes

 

O trabalho foi realizado por mais três colegas, Catarina Sambado, Diogo Ferreira e Soraia Primo.

 

Até á próxima



publicado por rjfragoso às 21:04 | link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

A evolução humana está se aproximando do fim por falta de genes mutantes, diz um geneticista do University College London, Steve Jones, ao jornal britânico The Times.

 

De acordo com Jones, a falta de pais de idade avançada está prejudicando a variedade genética da espécie, já que homens mais velhos têm maior probabilidade de apresentar "erros" - variações aleatórias - na carga genética de seus espermatozóides. Segundo Jones, as mutações nos espermatozóides são mais freqüentes a partir dos 35 anos.

 

Embora a contaminação química e radioativa possa alterar o conteúdo do material genético, um dos fatores mais importantes para que ocorram mutações é a idade, já que o número de divisões celulares acumula-se com o passar dos anos, e a probabilidade de ocorrer mutações aumenta com o número de divisões.

 

Com a idade média em que os homens têm filhos no mundo desenvolvido - 29 anos - houve cerca de 300 divisões entre o esperma que o originou e o que passará a seu filho. No caso de um homem de 50 anos, esse número supera mil. No ocidente, os pais começam a procriar tarde e param muito cedo.

 

Já segundo o jornal The Daily Telegraph, metade dos pais em Camarões têm mais de 50 anos, enquanto este índice é de 20% no Paquistão e de 5% na França.

Fonte: www.estadao.com.br

 

 

 



publicado por rjfragoso às 21:59 | link do post | comentar | favorito

Síntese Proteica

A passagem da linguagem dos ácidos nucleicos para a linguagem das proteínas ocorre em duas etapas:

 

Transcrição – cópia da sequência de bases do DNA para uma cadeia complementar de RNAm, que é passado ao citoplasma. Esta etapa decorre no núcleo, mais exactamente no nucléolo. Apenas uma cadeia de DNA é usada como molde para síntese de RNAm, segundo a regra do emparelhamento de bases. Esta síntese é comandada pela enzima RNA-polimerase, que desliza ao longo de um troço de DNA, abrindo a cadeia e iniciando a síntese, sempre no sentido 5’ à 3’. Após a passagem da RNA-polimerase a cadeia de DNA volta fechar, formando-se as pontes H entre as bases. Após a síntese deste RNA-pré-mensageiro inicial ocorrem alterações: sequências não codificantes – intrões – são cortadas e as sequências codificantes restantes – exões – são unidas entre si, formando o RNAm funcional, que migra para o citoplasma;

 

Tradução – produção da proteína, segundo a sequência de codões do RNAm, com a ajuda dos RNAt e RNAr. Esta etapa decorre no citoplasma, em eucariontes quase sempre nas membranas do retículo endoplasmático rugoso, onde os ribossomas estão inseridos. Neste caso, as proteínas sintetizadas são enviadas para o interior das cisternas do RER, sendo depois distribuídas por toda a célula. Em procariontes, que não apresentam sistemas membranares, os ribossomas estão dispersos no citoplasma. O processo tem 3 etapas, por sua vez:

 

Iniciação – o RNAm liga-se ao ribossoma na subunidade grande (através do RNAr). O RNAt iniciador transporta o aminoácido metionina até à subunidade menor do ribossoma;

 

Alongamento – sequencialmente, um novo RNAt transporta um novo aminoácido até ao ribossoma, ligando-se ao codão. Há formação de uma ligação peptídica entre o aminoácido que chega e os anteriores e o ribossoma avança 3 bases no RNAm. O estabelecimento destas ligações requer energia, fornecida, como sempre, por degradação de moléculas de ATP;

 

Finalização – os codões de finalização já referidos não têm anticodão complementar, pelo que quando o ribossoma atinge um deles, a síntese acaba, a cadeia polipeptídica destaca-se, podendo sofrer transformações posteriores no retículo e no Golgi. As subunidades do ribossoma separam-se e ficam livres para iniciar nova síntese.

 

 

 



publicado por rjfragoso às 21:48 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

O ácido ribonucleico, ou RNA, forma moléculas muito menores que as do DNA. Na sua grande maioria, o RNA encontra-se no citoplasma, onde desempenha diversas funções relacionadas com a construção de proteínas, ou seja, faz chegar a informação contida no DNA ao exterior do núcleo.

 

 

 

O RNA é um ácido nucleico de cadeia simples, contendo a pentose ribose e as bases azotadas adenina, citosina, guanina e uracilo (ver imagem acima).

Conforma a função que desempenha, o RNA apresenta formas diferentes, podendo mesmo apresentar zonas dobradas sobre si mesmo, em que a cadeia se emparelha por ligações A=U e C=G.

 

Existem três tipos diferentes de RNA:

 

RNA ribossómico ou RNAr – representa cerca de 80% do RNA presente na célula. Tem, em média, cerca de 3700 nucleótidos. É uma molécula larga e dobrada que, associada a proteínas, forma o ribossoma, organitos citoplasmáticos que coordenam a síntese proteica;

 

RNA de transferência ou RNAt – representa cerca de 15% do RNA da célula e tem, em média, 75 nucleótidos. Embora formada por uma única cadeia de nucleótidos, dobra-se sobre si próprio de uma forma característica (em folha de trevo), originando zonas de cadeia dupla. Em todas as moléculas de RNAt algumas características são comuns:

 

RNA mensageiro ou RNAm – presente em baixa percentagem na célula (cerca de 5%), tem um tamanho muito variável. Esta molécula tem vida muito curta, apenas transmite a mensagem do DNA do núcleo para o citoplasma.

A quantidade de RNA presente numa célula depende em grande parte da taxa metabólica da célula (quanto maior esta for, mais RNA estará presente).         

                                

 



publicado por rjfragoso às 23:44 | link do post | comentar | favorito

Processo de autoduplicação exacta das moléculas de ácido desoxirribonucleico (ADN) que garante a transmissão da informação genética das células-mãe às células-filhas

 

Três teorias tentaram explicar a replicação do ADN, no entanto só a Teoria semi-conservativa é aceite.

 

Teoria conservativa: Cada cadeia do ADN sofre duplicação e as cadeias formadas juntam-se resultando num novo ADN dupla cadeia, sem a participação das cadeias "mães" (cadeia nova com cadeia nova formam uma dupla hélice e cadeia velha com cadeia velha formam a outra dupla cadeia).

 

Teoria semi-conservativa: Cada cadeia de ADN é duplicada formando uma cadeia híbrida, isto é, a cadeia velha junta-se com a cadeia nova formando um novo ADN; de uma molécula de ADN formam-se duas outras iguais a ela. Cada ADN recém-formado possui uma das cadeias da molécula mãe, por isso o nome semi-conservativas.

 

Teoria dispersiva – neste modelo, a molécula-mãe seria distribuída, em porções, pelas duas moléculas-filhas, as quais seriam constituídas por uma mistura de nucleótidos novos e antigos

 

 

 

A molécula do ADN vai-se abrindo ao meio, por acção de uma enzima chamada ADN polimerase. Essa enzima quebra as ligações de pontes de hidrogénio existentes entre as duas bases azotadas das cadeias complementares de nucleótidos.

 

Ao mesmo tempo que o ADN polimerase vai abrindo a molécula de ADN, outra enzima vai ligando um grupo de nucleótidos que se juntam com os nucleótidos da molécula mãe.

 

Além da capacidade de duplicação o ADN também é responsável pela síntese de outro ácido nucléico muito importante para a célula: o ácido ribonucléico ou RNA. Da mesma forma que o ADN, o RNA também é uma molécula grande formada por várias partes menores chamadas nucleótidos. Por isso diz-se que tanto ADN como RNA são polinucleotídeos.

 

 



publicado por rjfragoso às 21:49 | link do post | comentar | favorito

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